Essa semana a reflexão é a respeito da cultura das mídias e a cibercultura, alguns podem já ter ouvido essas expressões ou não, mas com toda certeza você está conectado ( de alguma ou de várias formas) ao mundo digital.
Principalmente nos últimos 10 anos vivenciamos mudanças drásticas nos meios de comunicação, surgiram redes sociais que com o passar dos anos se ajustaram as novas necessidades da sociedade ( e do mercado), o desenvolvimento dos smartphones que "evoluem" a cada dia e que facilitaram e popularizaram o acesso a internet,etc
Nos últimos anos a diversidade das possibilidades das novas comunicações modificaram o modo de assistir TV, ouvir rádio, falar com os amigos, etc, hoje está tudo interligado, tudo ( ou quase tudo) é interativo, com o único login é possível sincronizar diversas plataformas e serviços, é o que os estudiosos do assunto chamam de sistemas híbridos de evolução acelerada ( híbridos no sentido de combinar/associar tecnologias e instrumentos distintos), até o nosso vocabulário absorveu termos e expressões da cibercultura para o nosso dia dia e algumas palavras já podem até ser encontradas nos dicionários, quem nunca disse uma dessas palavras"Baixar", "Tuitar", "Deletar", "emojis"?
Hoje vimemos dependentes da tecnologia, são aplicativos para trocar mensagens com família e amigos que já substituem o bom e velho telefonema, ou aplicativo para postar "aquela" foto, aplicativo para encontros amorosos, aplicativos para pedir comida, aplicativo para gerenciar sua conta bancaria, tem tantos aplicativo e para todos os tipos de "serviços", que já estamos íntimos e chamamos de APP.
Se ha menos de uma década o modelo de TV online (Netflix e afins) eram consideradas como premonições para alguns pesquisadores do assunto o que poderemos esperar para a aproxima década?
Abaixo sugestão de um titulo de livro e vídeo sobre a temática
1- Vídeo : https://www.youtube.com/watch?v=RMXkFozK0qE
2- SANTAELLA, Lucia. Culturas e Artes do Pós-Humano: da cultura das mídias à cibercultura. 2ª ed. São Paulo: Paulus, 2003
Olá Izis,
ResponderExcluire aí não tem como não pensarmos na escola. Enquanto os jovens estão vivenciando essa miríade de possibilidades fora da escola, de forma libertária, as práticas pedagógicas ainda permanecem atreladas a uma lógica reprodutora e de controle. Como articular esses dois mundos?